Na noite eterna da solidão se dança ao seu próprio passo, sem se importar ao ritmo.
Se canta ao próprio tom e afinação
Se cria infinitamente sem receios
Não há outras questões a não ser suas próprias,
E em suas próprias semi-respostas achar um bom nível de paz
Quando nada se vê, nada melhor do que fechar os olhos
Deixar-se levar ao desconhecido espaço
Elevar outros sentidos
Nivelar a mente
Nada mais se teme a não ser onde se está
E se ali está nada mais resta se não procurar por novos temores
E de tanta noite e solidão, há quem tema agora a luz do dia.